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Notícia
Salva-vidas orientam para banho de mar seguro
04/01/2010
Com a chegada da alta temporada, a população de Balneário Pinhal, que é de aproximadamente 10 mil habitantes, aumenta em até oito vezes. Os dados são da Secretaria de Turismo e Lazer, que desenvolve o projeto “Verão Divertido”, oportunizando atrações diversificadas para todos os públicos.
Nesta semana, a Operação Golfinho, da Brigada Militar, divulgou dicas de segurança para o banho de mar. De acordo com os salva-vidas, um número elevado de banhistas que são salvos após serem levados por correntes de retorno, ou repuxos, utilizam objetos flutuantes como bóias, prancha de surf e de bodyboarding (morey), entre outros. A Brigada Militar orienta os banhistas para que procurem uma guarita e conversem com os salva-vidas para verificar se o mar oferece condições de banho, onde estão localizadas as correntes de retorno, como proceder caso seja puxado para além da arrebentação, entre outras orientações. Também se deve estar atento para a localização das guaritas, banhando-se sempre próximo aos postos e evitando afastar-se do campo de visão dos salva-vidas. O primeiro sinal de que o banhista pode estar se expondo desnecessariamente aos perigos do mar é o apito dos salva-vidas. Quando ouvi-lo, o veranista deve respeitar a indicação desses profissionais e aproximar-se da faixa de areia e da guarita. Qualquer pessoa pode ser puxada por uma corrente de retorno intensa. A indicação dos salva-vidas é a seguinte: tente manter-se calmo; a corrente puxará você para além da arrebentação, então tente nadar paralelamente à praia ou flutuar (boiar). Nadar contra a corrente fará você ficar cansado mais rápido e não o trará de volta à praia. Caso você sinta que está com dificuldades para retornar à praia, não pense duas vezes: sinalize para o salva-vidas com os braços estendidos e aguarde para ser retirado do mar em segurança. As estatísticas apontam que a maioria das vítimas é do sexo masculino com idades entre 15 e 25 anos. Indivíduos que são exímios nadadores de piscina também podem se tornar potenciais vítimas de afogamento se abusarem da confiança, pois as condições do mar são desconhecidas para essas pessoas.
Fonte: assessoria de comunicação balneario pinhal
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